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10 estatísticas sobre Treinamentos Corporativos e o que significam

Benjamin Franklin – cientista, escritor e diplomata e um dos líderes da Revolução Americana – disse  que “um investimento em conhecimento paga os melhores interesses”.

Treinamentos Corporativos não são apenas uma alternativa legal para sua organização, mas uma parte vital de um investimento a longo prazo e de um crescimento estratégico. Esse ponto parece ser simples, e parece também que aparentemente todas as companhias e gestores concordam. Mas as empresas estão fornecendo treinamentos o suficiente?

Vamos analisar algumas estatísticas chave em torno desse assunto e o que elas podem significar para o futuro das organizações, incluindo a sua!

 

Trabalhando durante covid no conceito de escritório Foto gratuita

 

É preciso investir mais em Treinamentos Corporativos

Em 2018, a Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos levantou que companhias com menos de 100 colaboradores concediam apenas 12 minutos de treinamento em gestão a cada seis meses. E as organizações que tem entre 100 – 500 funcionários? Pasmem, apenas 6 minutos.

 

Colaboradores querem mais Treinamentos Corporativos

Uma pesquisa de longo prazo realizada pelo Work and Learning Research Centre da Universidade de Middlesex no Reino Unido, descobriu que de 4.300 trabalhadores entrevistados, 74% sentiram que não estavam atingindo todo o seu potencial no trabalho devido à falta de oportunidades de desenvolvimento.

Fonte

 

Converta teoria em prática

A mesma pesquisa da Universidade de Middlesex mostrou que 56% dos Gestores de RH consideram treinamento e desenvolvimento de colaboradores um essencial facilitador de negócios. Porém, aqui enxergamos uma clara disjunção entre essa crença e a prática já que, mesmo sendo importante, o investimento em desenvolvimento do corpo colaborativo das organizações não está sendo suficiente, segundo dados aqui apresentados.

 

 

Orador afro-americano feminino dando apresentação no salão na oficina da universidade Foto gratuita

 

 

Colaboradores estão desengajados no trabalho

Pelo menos uma a cada três pessoas deixam as organizações sem completar nem um ano de trabalho, seja voluntária ou involuntariamente. Uma marca incrível de 22% dos desligamentos ocorrem nas primeiras 6 semanas de empresa.

De acordo com levantamento feito em 2017 pela Gallup, empresa de pesquisa de opinião dos Estados Unidos, 85% dos funcionários não estão engajados ou se sentem desligados no trabalho.

E o que podemos aprender com isso? Nós precisamos fazer algo para engajar colaboradores, especialmente agora que muitos estão trabalhando remotamente ou com maior flexibilidade. Se isso é aplicável à sua organização, é hora de fazer algo sobre isso

Taxas de retenção mais altas e menos rotatividade de mão de obra são cruciais para o sucesso do negócio.

Invista na integração desde o início

Integrar seus novos funcionários logo no início é a melhor decisão. Se você não fizer isso, você terá muito mais probabilidade de perdê-los. Pesquisa feita pelo Wynhurst Group (coaching e consultoria em Washington, Estados Unidos) revelou a importância da integração para construir primeiras impressões positivas.

De acordo com esse levantamento, 4% dos novos colaboradores deixam o emprego depois de um primeiro dia desastroso. A maioria ainda decide se eles se sentem “em casa” nas primeiras três semanas em um novo emprego e 22% da rotatividade de pessoal ocorre nos primeiros 45 dias de emprego.

E o que esses números significam para o futuro da sua empresa? Isso significa que você precisa entender o valor da integração e investir nesse tipo de treinamento online desde o início. Do contrário, você estará contribuindo para os índices altos de rotatividade de funcionários.

 

Mulheres trabalhando juntas no projeto Foto gratuita

 

Faça da retenção de funcionários uma prioridade

O relatório anual de retenção do Work Institute de 2018 constatou que um a cada quatro funcionários deixam seus empregos espontaneamente. Quase um terço dessa rotatividade foi ocasionada por uma gestão sem suporte e à falta de oportunidades de desenvolvimento.

A lição aqui: invista na retenção de seus funcionários, certificando-se de que eles se sintam apoiados por seus supervisores e que tenham experiências de aprendizagem suficientes. Afinal, o custo de manter os funcionários atuais é muito menor do que o custo de substituí-los. Ajude os funcionários a expandir seus conhecimentos, ofereça mais opções de treinamento, ajude a pagar por cursos, etc.

 

Faça um levantamento sobre as reais necessidades de aprendizado

O relatório Workplace Learning – 2015 revelou que apenas 12% dos colaboradores aplicam as habilidades dos treinamentos que recebem ao trabalho. Isso sugere que as necessidades do aluno não estão sendo mapeadas de forma eficaz antes do desenvolvimento de um programa.

 

Leve as necessidades do aluno em consideração

De acordo com um estudo feito pela Associação para o Desenvolvimento de Talentos em Virgínia, nos Estados Unidos, apenas 38% dos gerentes acreditam que seus programas de aprendizagem atendem às necessidades de seus funcionários. Em outras palavras, 62% dos gerentes de RH acreditam que não estão fazendo um bom trabalho atendendo às necessidades do colaborador.

Certifique-se de que os objetivos do treinamento estejam de acordo com as necessidades dos colaboradores. Se os alunos não entenderem o curso como relevante e prático para seus desafios da vida real, eles ficarão frustrados.

 

Deixe o ambiente de trabalho mais descontraído e divertido

Um a cada três funcionários dizem que ambientes e conteúdos pouco inspiradores são uma barreira para o aprendizado. Isso significa que nós precisamos tentar desenvolver programas que informem e entretenham.

Um treinamento divertido não é apenas mais agradável para o aluno como também mais eficaz.

 

Equipe de negócios feliz comemorando com as mãos levantadas no escritório. sucesso e conceito vencedor. Foto gratuita

 

Treinamentos Ineficazes custam dinheiro

De acordo com o Harvard Business Review, embora as organizações gastem mais de  U$350 bilhões globalmente em treinamento, esse dinheiro não está sendo aplicado de forma eficaz. Considere estas estatísticas:

  • 70% dos funcionários relatam que não dominam as habilidades necessárias para realizar seus trabalhos;
  • Apenas 12% dos funcionários aplicam as novas habilidades aprendidas em programas de L&D em seus empregos;
  • Apenas 25% dos entrevistados – em uma pesquisa recente da McKinsey – acreditam que o treinamento melhorou o desempenho de forma mensurável.

 

Lembra do conselho de Benjamin Franklin no início desse artigo?

Parece que ele está passando despercebido. Se quisermos permanecer em constante crescimento nos negócios, é hora de levar a sério o treinamento e o investimento em conhecimento e desenvolvimento.

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Tradução do artigo do blog da Shift Learning